Uma das doenças que mais acomete
as mulheres que acabaram de ter bebê é a Depressão Pós-Parto, esta patologia
decorre de diversos fatores que ainda estão sendo estudados.
De acordo com
estes estudo a Depressão Pós-Parto pode acontecer devido ao decurso da
gravidez, ao parto, a idade da mulher, ao tipo de relacionamento com a mãe, ao
temperamento do bebê, a saúde física dele, ao relacionamento conjugal e ao
apoio social e familiar.
No pós-parto a
relação conjugal sofre algumas modificações, pelo fato da mãe ter que focar no
bebê, a relação com o companheiro fica mais distante, sofrendo até uma
diminuição ou interrompimento das relações sexuais.
Mulheres que
sofreram de depressão durante a gravidez tem também maior probabilidade de
sofrerem de Depressão Pós-Parto, o uso de álcool e outras substâncias tóxicas
também podem influenciar, junto as condições socioeconômicas, ao nível de
suporte social e problemas relacionais. Ter um bebê diferente daquele imaginado
ou doente pode também interferir.
Os sintomas mais
comuns são: irritabilidade,
choro freqüente, sentimentos de desamparo e desesperança, falta de energia e motivação,
desinteresse sexual, transtornos alimentares e do sono, sensação de ser incapaz
de lidar com novas situações, bem como queixas psicossomáticas. Este sintomas
surgem geralmente entre a quarta e a oitava semana após o parto, atingindo entre 10 a 15% das mulheres nos
primeiros 2/3 meses do pós-parto, podendo persistir, em até 70% das mães, durante pelo menos os 6
primeiros meses de vida do bebê.
Se você tiver estes sintomas tanto na
gestação quanto no pós-parto é necessário buscar a ajuda de profissionais como
Psiquiatras e Psicólogos pois, este estado pode impossibilitar o cuidado do
bebê podendo chegar até a agressão física.
Deste modo fica claro como a Depressão
pós-parto é uma doença séria e deve ser tratada o mais rápido possível para que
não hajam conseqüências sérias.

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